sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O fitness center do hotel no centro da cidade de Curitiba foi o local escolhido pela comissão técnica para encerrar a preparação do time do Vitória que joga contra o Paraná Clube, nesta sexta-feira, às 20h30, no Estádio Durival de Brito.
Somente dois jogadores compareceram ao CT do Caju, de propriedade do Atlético do Paraná: os goleiros Fernando Leal e Douglas para treinar com o preparador Luciano Oliveira Júnior.
Antes de a delegação deixar a chácara Vidigal Guimarães para o Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, o fisiologista Valter Abrantes fez uma avaliação do nível de cansaço dos 19 jogadores relacionados para a partida, e relatou para o preparador físico Ednilson Sena e o técnico Vagner Benazzi. Em comum acordo, a comissão decidiu não exigir dos atletas na véspera do jogo.
Como somente depois do meio-dia a delegação desembarcou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba, os jogadores almoçaram depois das 13 horas e a comissão técnica decidiu que eles não saíram do hotel para aproveitar ao máximo o tempo de descanso.
Ednilson programou uma atividade leve no fitness center somente para movimentar os jogadores. “Como a gente costuma dizer: ‘para tirar o avião das costas”.
Nesta sexta-feira, o despertar será livre com limite para o café até às 10 horas. A intenção é deixar o grupo guardando energia para a importante partida diante do Paraná Clube.
Vagner Benazzi não antecipou a escalação time porque ainda tem algumas “probleminhas” a resolver. O técnico relacionou 19 jogadores, incluindo o recém-contratado meia-esquerda Gilberto, e o lateral Elton, que sofreu uma lesão no joelho no mês de março, durante o Campeonato Baiano, e ficou sem jogar este período.
Os desfalques da equipe são o zagueiro Alison (expulso contra a Ponte Preta), o lateral-esquerdo Fernandinho (dores musculares na coxa esquerda) o volante Uelliton (lesão muscular) e o atacante Fábio Santos (três cartões amarelos). Além deles, os volante Preto (machucado no tornozelo esquerdo) e Neto Coruja (contusão muscular na parte posterior da coxa esquerda) continuam afastados.
Volta o goleiro Fernando Leal, que não enfrentou a Ponte Preta, terça-feira porque cumpria suspensão do terceiro cartão amarelo.
Fonte: Esporte Clube Vitória

Fala Benazzi!!!


Vagner Benazzi: "Dos 13 jogos que ainda restam, temos que pensar somente na vitória"

A treze jogos do fim da Série B do Campeonato Brasileiro, o foco do Vitória é a matemática. Depois de perder para o Sport, no último sábado, e ver o G-4 se afastar, o time faz as contas e traça novas metas para não deixar escapar o sonho do acesso. Ou melhor, o time se atém a velhas metas.

Nesta segunda-feira, o técnico Vagner Benazzi afirmou que a goleada da última rodada não muda as contas da trajetória rumo à Série A.

- Dentro do papel que eu tenho, continuo fazendo a mesma conta, mas nós trabalhamos jogo a jogo. A partida contra a Ponte Preta será difícil, mas aqui é o nosso campo, nossa casa – disse o treinador.

Benazzi havia feito uma projeção para o Vitória: a cada 5 jogos disputados, o time precisaria conquistar 11 pontos e, assim, voltaria à elite do futebol brasileiro. Nas últimas cinco rodadas, no entanto, foram apenas 6 pontos contabilizados: três empates, um triunfo e uma derrota.

O goleiro Fernando também havia traçado uma meta: 27 pontos em 14 jogos. Para cumprir este objetivo, o Rubro-Negro baiano precisa ter um aproveitamento de 69% daqui para frente. Apesar disso, o técnico mantém o pensamento positivo:

- Dentro dos treze jogos que ainda restam, temos que pensar somente na vitória. A gente sabe que é difícil, mas é preciso tentar... Principalmente depois que fomos dominados pelo Sport – afirmou.

Para evitar um novo vexame, que pode acabar com a esperança de acesso, Benazzi lança mão do mistério. No último treino antes da partida contra a Ponte Preta, o técnico não deu pistas sobre a escalação.

- Isso é coisa interna. Deve haver uma ou duas mudanças. Vamos deixar o adversário tentar adivinhar nosso time – finalizou.

Fonte: ECVitoriaNoticias

Gilberto Será Mesmo O Cara No Esporte Clube Vitória???

Reforço do Vitória 2011: Meia Gilberto

Aplaudido ao ser chamado no palco montado no estande da OAS, na Avenida Paralela,  no lançamento do 3º uniforme 2011, o meia-esquerda Gilberto, ex-Cruzeiro, com duas Copas do Mundo no currículo, e passagem pelo futebol italiano, alemão e inglês, foi apresentado como reforço do rubro-negro para a sequência do Campeonato Brasileiro.

“Venho feliz para desempenhar o meu futebol e conseguir ajudar o Vitória subir”.

Experiente, 35 anos, Gilberto atua também como lateral-esquerdo. Ele vai se juntar a outros jogadores experientes para alavancar a campanha rubrongera nesta reta final e conduzir o time à primeira divisão em 2012. O contrato inicial é até dezembro.

Pela Seleção Brasileira, Gilberto jogou 35 partidas e participou das Copas do Mundo da Alemanha (2006) e a última na África do Sul (2010). Gilberto deixou o Cruzeiro há seis dias e pede pelo menos uma semana para estar à disposição do técnico Vagner Benazzi.

Preciso de uma semana para estar bem e jogar para ajudar os companheiros”, disse. Dos novos companheiros, atuou com Lúcio Flávio e Geovanni. “A qualidade do grupo é excelente”, elogia.

Para Gilberto, que após se desligar do Cruzeiro havia pensado em voltar a jogar somente em 2012, disputar a Série B é um desafio.

Logo que me desliguei do Cruzeiro já havia um contato com meu empresário (Reinaldo Pita) que me colocou algumas situações, eu pensei bem e aceitei este desafio. É importante para a minha carreira e sabendo do clube grande que é o Vitória eu aceitei e espero fazer o melhor”.


O meia foi apresentado vestindo a camisa 3 do clube, na cor amarelo, e depois na coletiva disse: “Estou vestindo a camisa do Vitória e estou feliz. Apesar do pouco tempo que tenho para ajudar ao clube a vencer, este é meu pensamento. Espero ajudar da melhor maneira possível para que o vitória possa subir”. (Site ECV)

Ficha do jogador
Nome: Gilberto da Silva Melo
Naturalidade: Rio de Janeiro-RJ
Nascimento: 25/04/1976
Altura: 1m80
Peso: 78 kg

Clubes
1993-1995: América-RJ
1995-1997: Flamengo-RJ
1998: Cruzeiro-MG
1998/1999: Inter-RS
1998/1999: Internazionale-ITA
1999/2001: Vasco-RJ
2002/2003: Grêmio-RS
2004: São Caetano-SP
2004/2008: Hertha Berlim SC-ALE
2007/2009: Tottenham-ING
2009-09/2011: Cruzeiro-MG
Fote: ECVitóriaNotícias

Seleção Em Fim Joga Bem E Vence Los Muy Hermanos!!! E É Campeão da Copa Rocca

Com uma Bela Atuação do Lateral Cortez (Melhor Em Campo by O Que Quê Dá / Curta Esportes) e Atacantes Neymar e Lucas. Brasil 2 x 0 Argentina.

Vitória Vence Em Casa Por 2 x 0 A Pote Preta E Volta A Sonhar Com Classificação Para Série A

Com uma Atuação Discreta o ECV Mete 2 x 0 na Ponte e Garante Mais 3 pts.
Tendo como destaques Giovanni e Nino Paraíba.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Elkeson é Seleção!!!


Elkeson é convocado para Seleção




Revelado nas categorias de base do Leão, o meia-atacante está na lista do técnico Mano Menezes para o jogo de volta contra a Argentina, quarta-feira (28), em Belém.

É a primeira convocação do jogador, que se destacou no Vitória e recentemente foi negociado com o time carioca. Além de Elkeson, o meia Diego Souza e o atacante Borges, artilheiro do Brasileirão, são as grandes novidades da lista.

O zagueiro Emerson, do Coritiba, também foi chamado. Machucado, o atacante Leandro Damião, do Internacional, machucado no jogo de ontem, contra o Figueirense ficou de fora da lista de Mano Menezes

Principais nomes do futebol nacional, Ronaldinho Gaúcho e Neymar foram chamados mais uma vez.
Fonte: ECV

Bahia 1 x 0 Atlético Paranaense

Bahia Vence 2ª Partida Seguida e Sua Torcida Já Sonha Com a Sulamericana.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mais Um Volante No ECV



Volante Charles Vagner é anunciado como o novo reforço do Vitória para a série B

A diretoria do Vitória anunciou a contratação de mais um reforço para a Série B do Campeonato Brasileiro: o volante Charles Vagner.

O jogador é baiano de Camaçari e estava atuando no Paysandu-PA. Charles tem 29 anos e já está em Salvador para realizar os exames médicos, e deve ser apresentado na próxima segunda-feira (19/09).
Com a contusão de Rodrigo Mancha e o empréstimo de Esdras, o leão ficou no elenco principal com os seguintes volantes: Pedro, Zé Luís, Mineiro, Uelliton e Neto Coruja (que atualmente está no Dep. Médico).

Charles começou a carreira no Camaçari e teve passagens por equipes como ASA, Criciúma e Botafogo da Paraíba. Desde junho deste ano, o jogador estava no Paysandu. No meio de setembro, para enxugar a folha salarial do clube, o volante foi dispensado e reincorporado ao elenco, em seguida.


Ficha do jogador

Nome
: Charles Vagner Souza de Lima
Posição
: volante
Data de nascimento
: 19/05/1982
Natural de
: Camaçari/BA
Altura
: 1,82
Peso
: 81kg

Clubes por onde passou
: Camaçari/BA, Asa/AL, Crato/CE, Campinense/PB e Brasiliense/DF

Títulos conquistados
: Campeão Paraibano de 2008. Além de um acesso à Série B, em 2008, pelo Campinense
Fonte: ECV 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Este Era O Cara!!!

Leandro Domingues

por Cláudia Callado

Leandro Domingues em ação pelo Kashuiwa Reysol | Foto: Lancenet

Como é a vida no Japão? Como é sua rotina diária? Depois do treino, o 
que você costuma fazer?
Leandro Domingues: A vida aqui é muito tranquila. Kashiwa é uma bela cidade. Minha rotina é muito diferente da que tinha no Brasil. O fato de termos jogos somente aos finais de semana na maioria do ano, permite que eu fique mais próximo da família. Aqui eu consigo acompanhar o crescimento do meu filho Leandrinho, que hoje já está com 5 anos. O levo para a escola, para a natação, para a escolinha de futebol. Tenho mais tempo de ficar com minha esposa Taciana, conhecer lugares legais de Kashiwa e até mesmo outras cidades vizinhas. Meu filho já fala até um pouco de japonês com os amiguinhos de colégio.
 
 
Você nasceu e cresceu aonde? Como foi a sua infância?
LD: Nasci em Vitória da Conquista. Tive uma infância muito boa. Fiquei lá até os 12 anos quando participei de uma peneira do Vitória e passei com mais 16 meninos. Aí tive que me mudar para Salvador. Minha mãe e minha tia foram comigo. Mas até lá aproveitei muito. Sempre fui de brincar na rua e jogava futebol todo dia. Meu tio Piolho (ex-jogador de Bahia e Vasco) tem uma escolinha até hoje lá. Na minha época treinava na escolinha dele umas duas, três vezes por semana e nos finais de semana sempre tinha um joguinho contra algum time de cidade vizinha. Acompanhava muito meu pai também que era jogador do time amador de Conquista e participava dos campeonatos locais.
 
 
Como você classificaria este momento da sua carreira?
LD: Com certeza o melhor de todos. Sou uma pessoa mais feliz e um profissional realizado. Aprendo cada dia mais com o povo japonês em todos os sentidos. Não é a toa que venho conseguindo manter um futebol em alto nível desde o ano passado, quando cheguei no Kashiwa Reysol. Encontrei aqui muito profissionalismo e uma alegria enorme de jogar. Vivi bons momentos no Brasil com a camisa do Vitória e do Cruzeiro, mas não se compara. Além de estar bem em campo, fora dele as coisas estão ótimas. Tenho curtido minha família como nunca tinha conseguido antes. Isso influencia diretamente dentro de campo. Tanto que o clube fez questão de renovar meu contrato por mais três anos, investindo um dinheiro que não costuma fazer por ser um clube de médio a pequeno porte aqui no Japão. Fiquei muito feliz com isso.
 
 
Depois dos terremotos que abalaram o Japão, você recebeu uma proposta do Bahia. O que faltou para o acordo ser concretizado? Vestiria a camisa do Bahia sem problemas?
LD: Não recebi proposta do Bahia. Pelo menos nunca soube disso. Isso foi mais especulação da imprensa. O que existiu foi um interesse de um grupo de empresários em comprar os meus direitos econômicos e me levar para um grande clube do Brasil. Mas o clube que iria nunca foi divulgado e nem dito para mim. Em relação a vestir a camisa do Bahia, não vejo problemas. É um grande clube e seria um desafio me tornar ídolo de Vitória e Bahia como fizeram Edílson, Uéslei entre outros. Mas, como acabei de renovar por mais três anos aqui no Kashiwa, vai demorar para eu retornar ao Brasil.
 
 
Você foi revelado pelo Vitória e teve três passagens pelo rubro-negro. Qual é seu sentimento em relação ao clube? Gostaria de vestir novamente a camisa do Vitória?
LD: Tenho um carinho e uma gratidão muito grande pelo Vitória. Cheguei ao clube com 12 anos e passei metade da minha vida lá dentro. Conheço todos por lá, desde o pessoal da base até o profissional. É claro que vestiria novamente a camisa do clube. Seria um prazer.

Qual foi o momento mais marcante na sua história com o Vitória?
LD: Tive grandes momentos pelo Vitória, mas acredito que o ano de 2006 foi o mais marcante. No ano anterior o clube caiu para a Série C do Campeonato Brasileiro. Eu participei de poucos jogos, mas já tinha recebido proposta do Cruzeiro e outros clubes de Série A. Mas o Vitória não me liberou e eu fiquei para jogar a Série C. Graças a Deus fiz um grande campeonato, ajudei o Vitória a conseguir o acesso a Série B e, no final do ano, com a sensação do dever cumprido, acertei minha ida para o Cruzeiro. Além disso, em 2006 também teve o nascimento do meu filho, o que só me deu mais forças dentro de campo.
 
 
Pensa em retornar ao Brasil? Já houve proposta de algum time?
LD: Acabei de renovar por mais três anos com o Kashiwa Reysol. Quero conquistar títulos e fazer história no clube. Até pensava em retornar ao Brasil antes de acontecer essa renovação, mas, agora, voltar não faz mais parte dos meus planos.
 
 
Qual foi a sua maior alegria e a sua maior decepção no futebol?
LD: Minha maior alegria foi o título da 2ª divisão japonesa ano passado. O Kashiwa é considerado um clube de pequeno a médio porte no Japão. Essa conquista significou muito para o eles. E particularmente eu tive um grande desempenho. Terminei o ano como artilheiro do time com 17 gols e eleito o melhor jogador da J-League 2 pela Confederação Japonesa de Futebol. Já a maior decepção foi a queda do Vitória para a Série C em 2005. Mesmo não jogando tantas vezes, fazia parte do grupo. Tinha 22 anos na época e senti muito.
 
 
Com as constantes contusões de Ganso, a Seleção Brasileira acaba ficando sem aquele meia armador, o camisa “10”. Você sempre atuou nessa posição. Acredita que deveria ter uma chance na Seleção? Você pensa nessa possibilidade?
LD: Na realidade, não penso nisso. Não por falta de vontade ou por não acreditar no meu futebol. Pelo contrário. Seria um sonho vestir a camisa da Seleção Brasileira e defender o meu país. O problema é que não acredito que o Japão seja um país observado. Por mais que eu viva uma grande fase, não crio essa expectativa. É o mesmo problema que enfrenta o futebol do Nordeste. Raramente um jogador de algum clube nordestino é convocado. Em 2009, por exemplo, quando era destaque do Vitória, ninguém nunca cogitou isso. É uma pena, mas é a realidade, infelizmente. Tomara Deus que isso mude um dia. Aqui no Japão tem jogadores brasileiros que estão em jogando
em alto nível.
 
 
No último sábado, na vitória do seu time, Kashiwa Reysol, você passou por um susto, ao sofrer uma luxação no ombro esquerdo. Você ficou 15 minutos com o ombro fora do lugar até que os médicos resolvessem o problema. Qual é a gravidade da lesão? Como está sua recuperação?
LD: Graças a Deus a recuperação está excelente. Não precisou fazer cirurgia. Faço fisioterapia diariamente e a melhora é cada vez maior. Hoje já consigo levantar peso, mexer o braço esquerdo normalmente e faço exercícios de condicionamento físico para não ficar tão atrás do grupo. Não sinto mais dor. A expectativa é que volte ao time na partida do dia 25. O único problema de retornar nesse dia é que terei que perder a primeira partida “oficial” do Leandrinho na escolinha de futebol. Ele jogará um torneio com outras escolinhas na hora do jogo contra o Omiya Ardija. Se os médicos não me liberarem, terei um prêmio de consolação pelo menos que será acompanhar meu filho.
 
 
Por onde anda seu irmão, Cleyton Domingues? O que você achou do fato de ele ter sido dispensado logo após dar um título ao Vitória?
LD: Meu irmão está no Ituano, de São Paulo, e vai muito bem. Cleyton não foi dispensado do Vitória. O Vitória só mostrou interesse em renovar o contrato de Cleyton depois do título da Copa do Nordeste, onde ele foi muito bem, mas ele já tinha conversado com o Ituano e cumpriu com sua palavra. O Ituano está disputando a Copa Paulista e vai muito bem. Eu acompanho todos os jogos ouvindo as rádios paulistas pela internet. O time é líder do grupo dele e Cleyton é titular. 
Fonte: Bahia Notícias 

Milagre??? Ou Cagada???

Com Uma Partida Fora Do Comum O Tricolor Atropelou O Fluminense Em Pituaçu

Cada Dia Mais Longe Da Série A!!!

Muito Fraco o ECV Empata Mais Uma Na Série B.

Comédia Nacional

Luxemburgo: 'O que não é normal é perder para o Bahia'
Sem vencer há nove jogos, o técnico Vanderlei Luxemburgo não consegue tirar da cabeça a derrota por 3 a 1 diante do Bahia, no início do mês. Após o empate em 1 a 1 com o Botafogo, neste domingo (18), no Engenhão, o comandante do Fla analisou o desempenho do seu time e voltou a falar do Tricolor Baiano. “O time jogou bola. Foi um jogo muito equilibrado. Tivemos oportunidade de ganhar a partida. Não ganhamos não foi por falta de vontade. O Botafogo também queria ganhar. O resultado foi justo. O que não é normal é perder para o Bahia (1 a 3), empatar com o Ceará (1 a 1). Foi isso que nos prejudicou. Estamos satisfeito com o empate, mas os pontos que perdemos é que fazem falta”, afirmou o treinado rubro-negro.

Vanderlei ainda reclamou da arbitragem e até do gramado do Engenhão. "O que o Péricles (árbitro da partida) fez hoje não pode ser admitido. O camisa 10 deles (Felipe Menezes) fez inúmeras faltas e não aconteceu nada. O Airton fez uma e tomou logo um cartão amarelo. Assim fica difícil. E todo jogo é assim. (…) Vamos colocar um pouquinho de culpa no gramado do Engenhão também. É duro demais jogar em um lugar desses. O time até que tentou, mas fica complicado, as coisas não ajudam", finalizou.


O Flamengo se prepara agora para enfrentar o Atlético-MG, na próxima quarta-feira (21), às 21h50, em Sete Lagoas (MG).
Fonte: Bahia Notícias Esportes 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O Sonho Acabou!!!

Não deu, Belluci

Não deu, Belluci Foto: Charles Platiau/REUTERS

Com derrota para o russo Mikhail Youzhny, por três sets a dois, tenista brasileiro perdeu a chance de garantir passagem antecipada para a primeira divisão; confronto será decidido na quinta partida

18 do 09 de 2011 às 10:49
247 – O tênis brasileiro ainda não voltou à divisão de elite. E a chance foi desperdiçada numa disputa emocionante. Numa partida de mais de cinco, disputada na quadra rápida na Rússia, o tenista brasileiro Thomaz Belocci perdeu para o russo Mikhail Youzhny por três sets a dois. O quinto set, emocionante, foi vencido pelo russo com parciais de 14 games a 12.
O Brasil está afastado da primeira divisão desde a aposentadoria de Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros e maior ídolo da história do tênis no Brasil. A partida deste domingo foi disputada em condições adversas. Além de jogar contra a torcida, o Brasil jogou num piso rápido escolhido pelos russos. Bolas duvidosas eram todas marcadas a favor de Youzhny.
O confronto, empatado em dois a dois, será decidido na quinta partida.
Fonte: Bahia 247

Fala Popó!!!

Entrevista: Popó

"'O esporte pode mudar a vida de muita gente'"
Popó Foto: Karol Azevedo 19 do 09 de 2011 às 15:08
Por Rebeca Bastos_Bahia247
Prestes a completar 36 anos de idade (no próximo dia 21), Acelino Freitas, ou simplesmente Popó, se considera um verdadeiro campeão e diz que através do boxe conseguiu tudo, até se eleger deputado federal (PRB-BA). Treinando para realizar uma luta de despedida do boxe, a pedido do filho caçula, Popozinho, o parlamentar encabeça a comissão de esportes da Câmara e tenta a aprovação de um PL que regulamenta o MMA como esporte. Otimista, acha que dará tempo de construir tudo o que foi previsto até a Copa de 2014.

Bahia 247 - Que história é essa de voltar aos ringues? Foi um pedido de seu filho, né?
Acelino Popó - Sim, foi um pedido de Popozinho (Acelino Popó Guimarães Freitas), meu filho de seis anos, que tem muita curiosidade de me ver lutando. Daí, estou me preparando já há dois meses, todos os dias treino cerca de quatro horas e já perdi 10 kg nessa brincadeira. Aliás, o ritmo está tão legal, que meu treinador, Ulisses Pereira, está me incentivando a lutar profissionalmente novamente com argumento de que agora estou mais maduro e concentrado. Ele disse até para eu desafiar algum campeão da categoria (risos)! Mas já disse a ele que isso já passou e que agora estou em outra fase da minha vida, buscando outras alternativas. Sempre estou em busca de coisas novas. Por exemplo, na adolescência não estudei, parei na quarta série do primário, mas corri atrás, fiz supletivo e passei no vestibular de direito da FBB (Faculdade Batista Brasileira). Tive que parar o curso por causa da campanha e depois por causa da rotina na Câmara. Tive que dar um tempo para aprender o que é uma comissão, como fazer um projeto, essas coisas. Mas, no próximo semestre, retomo o meu curso, porque gosto muito de direito, sempre gostei de debater ideias. Gosto principalmente da área de família não só por causa própria (Popó tem seis filhos e paga pensão para todos), mas porque gosto desta mediação de conflitos.
247 - E como está a vida como deputado?
AP - Os meus primeiros meses como deputado federal não estão sendo tão difíceis como pensei, logo me encaixei na comissão de esportes da Câmara, que hoje é uma das comissões mais procuradas da casa, por causa da Copa das Confederações, da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Hoje só se fala nisso, mas sempre tive ligação com a bandeira, tanto que sou presidente nacional do esporte no meu partido e titular da comissão de esporte.
247 - Por falar em esportes, você acha que vai dar tempo de construir todas as obras previstas em Salvador? A mil dias da Copa ainda tem muita coisa parada...
AP - Para responder a esta pergunta, lembro do caso da África do Sul, que é um país parecido com o Brasil em termos de desenvolvimento e o evento de lá foi um sucesso. E aqui não vai ser diferente, independente dos atrasos acho que todos os estados vão se esforçar para receber bem a Copa. Lógico que acho que vamos ter alguns problemas, primeiro porque Salvador não foi projetada para isso, tem que passar por uma série de ajustes e adequações no transporte e no aeroporto principalmente.
'Salvador tem que passar por uma série de ajustes e adequações no transporte e no aeroporto principalmente'
247 - E quais são os seus projetos na Câmara?
AP - O principal deles é a regulamentação do MMA (Artes Marciais Mistas, prática esportiva que vem do vale-tudo) como esporte. A partir daí, várias outras vantagens vão estar disponíveis para o atleta desta modalidade, que poderá ficar mais protegido e ter bolsa atleta, por exemplo. Outra vantagem para a categoria seria a criação de um conselho federal e outros regionais de Artes Marciais Mistas. Também é previsto a criação do dia nacional do esporte, que será comemorado em 30 de setembro. O esporte vem mudando a vida de muita gente como Anderson Silva, o Minotauro, e o Cigano. Ainda tenho mais dois projetos: um para conceder a isenção de taxas a atletas em concursos públicos e o outro obriga a confederação a realizar exames físicos e neurológicos a atletas que sofrem três nocautes seguidos para saber se ele realmente está apto à prática do esporte.
247 - E como foi mesmo a história lá com o CQC, em que você disse que São Paulo foi a primeira capital do país?
AP- Não, aquilo ali é brincadeira dos caras. Falei certo, disse que foi na Bahia (querendo dizer Salvador), mas eles ficam desestabilizando a pessoa (risos). Na edição, cortaram a resposta anterior e ficaram só com a de São Paulo. Aliás, fizeram a mesma coisa quando perguntaram meu time. Sou Vitória, mas em São Paulo gosto mais do São Paulo, mas colocaram que não torço para nenhum time baiano. Deu uma confusão, a galera do Vitória ficou retada! Mas foi só brincadeira.
247 - Você sempre foi muito ligado à família, teve uma infância muito pobre com seus irmãos... Como é o relacionamento com sua família hoje, é próximo?
AP - Tenho um relacionamento muito bom com a minha família. Procuro acompanhar os meus filhos de perto. Brinco com eles e converso muito, tento ser amigo e pai ao mesmo tempo. E com minha mãe e meus irmãos é a mesma coisa. Aliás, a coisa que mais me emociona na vida é o sentimento com minha família. Sempre me pego chorando com falta de meu pai (Nijalma Freitas, que faleceu em 2001, vítima de um câncer) e com saudades de uma convivência diária com meus filhos. Estou numa fase muito agitada na minha vida e tenho que conciliar várias funções diferentes: Câmara, treinamento, família, negócios... É uma rotina cansativa que às vezes me obriga a ficar mais distante.
247- E Reginaldo Holyfield é seu amigo, você foi visitá-lo?
AP - Tenho a maior admiração por Holyfield e por tudo que ele representa para o boxe baiano. Foi um dos caras que abriram caminho para os outros. Foi uma honra para mim, como atleta, visitá-lo no hospital (Holyfield está internado desde o dia 8 de setembro, quando sofreu queimaduras em 30% do corpo após salvar dois sobrinhos de incêndio). Mas ele também ficou super emocionado com a visita. Inclusive no que ele precisar pode contar com a minha ajuda, pois estamos aqui para isso. Porque o que a gente ajuda não precisa ficar saindo por aí divulgando.
247 - Você tem um projeto social, né?
AP - É, em 2006 criei o Instituto Acelino Popó Freitas (IAPF), que atende dezenas de crianças e adolescentes do bairro de Arraial do Retiro. Lá, elas podem praticar esportes além de ter um suporte de assistência social. Assim como o esporte mudou a minha vida, pode mudar a de muita gente. Só recomendo paciência aos que estão começando. Meu primeiro título, por exemplo, só veio após nove anos de tentativas.
Fonte: Bahia 247

Uma Bela Reportagem Com O Ex. Presidente do Esporte Clube Vitória

Paulo Carneiro: 'Fui vidraça, agora eu quero é ser badogue'

Paulo Carneiro: 'Fui vidraça, agora eu quero é ser badogue' Foto: Claudio Heitor

Ex-presidente do Vitória solta o verbo, conta que tem o sonho de ser prefeito de Salvador e que não pretende voltar a dirigir o rubro-negro!

27 do 08 de 2011 às 19:12
Matheus Morais _ Bahia 247 – Do topo de seus quase dois metros de altura, Paulo Carneiro, ex-dirigente do Vitória e do Bahia fala tranquilamente sobre qualquer assunto. Sempre com a voz pausada e a língua afiada, ele dispara sua metralhadora giratória, aperta o gatilho e não poupa quase ninguém!  Como ele mesmo diz: "Sou homem de falar abertamente, sou polêmico mesmo, se ninguém falar eu falo e pronto!".
Bahia 247 – Seu pai foi dirigente e jogador do Vitória, sempre foi torcedor rubro-negro, mas quando você decidiu entrar de vez no mundo do futebol?
Paulo Carneiro - Minha relação com o futebol é familiar, eu sempre estive envolvido com esporte, gostava de praticar esporte, jogava futebol direitinho, sempre fui rubro-negro. Ouvia as histórias de meu pai, observava, lia, mas a primeira vez que eu me apresentei ao Vitória foi como engenheiro mecânico, fui colocar uma bomba num poço, porque o clube tinha 90 anos e não tinha água, o pessoal de Canabrava roubava as bombas, as esquadrias, o Vitória não tinha nada, era só aquela área do lixão e o estádio inacabado que foi inaugurado em 1986 sem a menor condição. Naquele tempo, o clube procurava mais presidente do que treinador, o cara assumia e todo mundo já queria derrubar, aí em 1987 teve uma crise institucional dentro do Vitória, Ademar Lemos substituiu Carlos Paulo através de uma manobra, depois ele fez um mandato próprio, aí eu já era seu diretor e vice-presidente de futebol.
247 – Quando você assumiu o Vitória qual era a situação financeira do clube?
PC – O Vitória era um clube pequeno, que não existia, não tinha como estar quebrado, porém, tinha algumas dívidas, uma dívida trabalhista com um médico chamado Fernando Baraúna; que dizia que quando o Vitória pagasse a ele o clube ia fechar, dividimos em sete vezes, paguei tudo (risos). Depois fomos reerguendo o clube e gerando dívidas, obviamente, ninguém constroi sem gerar dívidas. No ano 2000, quando as ações do Vitória foram vendidas por 6 milhões de dólares, nós usamos o dinheiro para zerar as dívidas do clube, em 12 de junho do mesmo ano não devíamos a mais ninguém, e esse foi um grande legado.  Eu encontrei o Vitória com 11% da torcida da Bahia, a gente ficava num cantinho na Fonte Nova, deixei com 42%, muito perto da torcida do Bahia.

'O Vitória hoje não é mais uma organização esportiva'

247 - O diretor da divisão de base do Vitória na época (atualmente no Bahia), Newton Mota, lhe ajudou durante sua gestão?
PC – Muito, me ajudou muito, é um profissional de futebol com muita sensibilidade, que trabalha muito, mas tem deficiências na gestão, porque gasta demais, se for controlado e bem controlado é um dos melhores do Brasil. Sempre tivemos uma boa relação, tanto que levei ele pro Bahia quando fui pra lá, ele é tricolor doente!
247 – O Vitória sempre teve muitos conselheiros que eram políticos, esses caras colocavam dinheiro dentro do Vitória?
PC - Não, nunca! Ninguém quer investir dinheiro em futebol, isso tudo é uma grande conversa fiada, o clube precisa ter parceiros, mas nunca pedir dinheiro a ninguém, isso é amadorismo puro. O Vitória viveu muitos anos com a ajuda de mecenas, dizem que Alexi Portela (atual presidente do clube) é o último deles, porque ele colocou dinheiro dele dentro do clube, mas soube que já tirou tudo. Agora, eu tenho dinheiro lá dentro e ele nunca me pagou, o Vitória me deve 20 salários do tempo do Vitória/SA, eu tinha um contrato, movi uma dívida trabalhista contra o clube.
247- Falando em conselheiro, por que o deputado federal, e ex-presidente do Vitória, José Rocha, não gosta de você?
PC – Porque ele nunca reconheceu meu trabalho à frente do Vitória. Rocha se acha o construtor do Barradão, eu acho até que ele é; inclusive reconheço isso no prefácio do livro Barradão, alegria emoção e Vitória. Com a minha saída do Vitória, nós nos afastamos. No processo político, Rocha foi contra mim, se ele é contra mim eu sou contra ele, mas pessoalmente nunca tivemos nada um contra o outro.
247 - O que você fez no Vitória que o presidente Alexi Portela não faz hoje em dia?
PC - Eu tinha mentalidade profissional, sem amigos no clube, sem abnegados, com planejamento, estratégia, cobrança de metas. O Vitória hoje não é mais uma organização esportiva.
247- Você sabe quanto em dinheiro Alexi colocou no Vitória?
PC - Entre tirar e botar, ele deve ter colocado uns 10 milhões de reais, não deixou nada, no giro deve ter sido isso.

'Fui vidraça durante muito tempo, agora eu quero mais é ser badogue'!

247 – Ele (Alexi Portela) é verdadeiro e transparente em suas ações dentro do clube?
PC – Não sei. Acho que ele é rubro-negro, bem intencionado, mas a maneira dele dirigir o clube é equivocada. Nós erámos muito amigos, ele trazia uva pra mim de Juazeiro, ia na minha sala pessoalmente levar, eu fazia por merecer esta amizade. O cara que foi mais sacana comigo no clube foi Ademar Lemos, que assumiu em meu lugar e não teve coragem de enfrentar Rodolpho Tourinho e companhia, que eram meus inimigos políticos. Ademar com essa carinha mansa foi o escroto na história, ele que me jogou às feras, Alexi foi um fraco, que não teve coragem de bater de frente com Ademar, mas nos bastidores ele diz aos amigos que eu fui o melhor presidente do clube, na mídia ele não diz e nunca vai dizer. Ao contrário, ele foi numa rádio me chamar de ladrão, dizer que eu dilapidei o patrimônio do clube, ele é o pior dos piores. Alexi é permissivo, dá informações privilegiadas a alguns radialistas, ele tira a identidade do clube, isso deve revoltar certos setores da imprensa. O Vitória hoje parece festa de axé music, todo mundo fala, todo mundo grita e ninguém se entende!
247 – Tem gente dentro do clube que não gosta de Alexi?
PC - Deve ter gente que gosta e que não gosta, o Vitória é um clube cheio de invejosos, vaidosos, cheio de traíra, deve ter gente perto dele que fala mal dele, disso eu não tenho dúvidas.
247 – Por que Jorge Sampaio (ex - vice presidente do Vitória) saiu do clube?
PC - Eu acho é que o pessoal do Vitória tem questionamentos sobre a gestão de Jorge no clube, ninguém fala claro, eu falo, ele foi afastado do Vitória por improbidade, dizem que tem auditoria, relatório, que ele usou mal o cartão corporativo do clube, que ele foi mau gestor... Jorge não sabe nada de bola, não é bom comentarista esportivo, num circo ele se sairia melhor, o negócio dele é música, axé music, disso ele entende!
247 – Algumas pessoas dizem que você chegou ao Vitória com uma Brasília velha e saiu com uma Hilux zero...
PC – Eu nunca tive uma Brasília, mesmo porque minhas pernas não cabem dentro de uma (risos)! Eu tinha um Maverick, em 1978, 12 anos antes de eu entrar no Vitória... Fui promovido numa empresa que eu trabalhava e construí um prédio em 1980, onde mora minha família, num apartamento com quatro quartos, duas suítes, isso nove anos antes de entrar no clube, eu já tinha terreno em Encontro das Águas de quatro mil metros quadrados, um terreno em Barra Grande, na Ilha de Itaparica, essas eram as minhas "Brasílias". Tudo uma grande palhaçada daqueles que não gostam de mim e usam a mídia para me atingir e engabelar os ouvintes. Hoje meu carro é uma BMW ano 2003!
247 – Do que você vive hoje, quais suas fontes de renda?
PC - Eu tenho uma distribuidora de cosméticos que é administrada por minha ex-mulher há sete anos, que vem crescendo a cada dia, a cada ano, meu patrimônio é pequeno, tenho uma casa em Busca Vida que vale um bom dinheiro, construída num terreno que comprei com meu dinheiro de engenheiro, antes de entrar no Vitória.
247 - Você acha que a torcida do Vitória não gosta de você?
PC – Não! Isso foi uma mentira plantada por uma parte da imprensa que não gosta de mim, repetiram tantas vezes que eu não presto e uma parte da torcida acabou acreditando.
247 – Em 16 anos de Vitória você fez mais amigos ou inimigos?
PC – Não fiz amigos, nenhum, percebi claramente isso. Sinval Vieira não é meu amigo, é meu conhecido, temos uma relação pessoal muito boa, mas amigo mesmo só Geraldo Del Rey que é advogado do Vitória, só!  Todos me traíram, ninguém nunca me ligou pra saber se eu estava bem quando sai de lá. Fiquei muito deprimido quando sai do clube, foi uma fase difícil, mas voltei a ser torcedor, hoje eu posso esculhambar presidente, jogador e quem eu quiser, fui vidraça durante muito tempo, agora eu quero mais é ser badogue!

'ACM me chamou pra ser candidato a vice-prefeito de Salvador. Eu não quis'

247 – Paulo Carneiro pensa em voltar ao Vitória?
PC – Não! Eu quero é participar do processo político do clube, mas não quero voltar, posso fazer um presidente lá dentro, mas não quero mais ser presidente, se o Vitória precisar de mim, estarei aqui. Era muito cansativo, eu me desgastei muito, vivia dentro do clube, não tinha vida pessoal, almoçava com o elenco, ia pro estádio no ônibus com os jogadores, eu não tive finais de semana, não acompanhei o crescimento de meus filhos pra cuidar de um clube, e disso eu me arrependo. Hoje eu sou mais feliz, adoro minha terra, adoro Salvador. Tá aí, eu queria ser prefeito de Salvador, mas é um sonho inatingível! (risos)
247 – Por que você aceitou entrar na política?
PC – Pro Vitória ter representatividade! Nunca gostei de política, não gosto da política partidária, eu era o deputado que mais faltava na Assembleia Legislativa, meu lugar de trabalhar era no Vitória, entrei na política para tirar o lixo que tinha na Toca do Leão, acabei tirando, consegui tirar. Mas, eu posso voltar pra política, porque acho que fiquei devendo, tinha formação e preparo para fazer muito mais, como vereador e deputado.
247 – Como era sua relação com Antonio Carlos Magalhães?
PC – Era ótima! Foi um homem que eu admirei, que tinha um lado só, uma palavra só, ele gostava do Vitória, colocou o Vitória no Clube dos 13... Eu era muito amigo de Luís Eduardo Magalhães, e muita gente não sabe, mas uma vez ACM me chamou pra ser candidato a vice-prefeito de Salvador, eu que não quis!
247 – Como foi que surgiu o convite pra você ir trabalhar no Bahia?
PC - Um belo dia recebi uma ligação de Rui Accioly (presidente do conselho do Bahia) perguntando se eu topava assumir o desafio de voltar ao futebol. Quando sai do Vitória fui tocar minha distribuidora de produtos agropecuários em Feira de Santana, aí ele me ligou, já tinha ligado uma vez dois anos antes, ligou de novo e marcou uma reunião na casa de um assessor de Marcelinho ( o ex-deputado federal Marcelo Guimarães Filho, presidente do Bahia), na Ribeira, tudo escondido. Tivemos o primeiro contato, depois eles foram até a minha casa, aí já com Marcelo Guimarães (o pai), eu fiz minha proposta e nós fechamos.
247 - Qual foi sua proposta?
PC – Não posso revelar!
247 – E você calculou o impacto que sua decisão iria causar?
PC- Não, eu sou muito impulsivo, fui porque a proposta financeira era boa, não teve nada disso de querer ganhar do Vitória, claro que eu queria ganhar, estava torcendo pelo meu sucesso profissional. Quase nós ganhamos o Campeonato Baiano, no Barradão, ia ter torcedor do Vitória morrendo do coração, eu estava supertranquilo, assisti ao jogo andando na esteira da academia que tenho em casa.
247 - E o Paulo torcedor onde fica nessas horas?
PC – Não fica, eu estava num clube que poderia ganhar um campeonato, me dar prêmios, prestígio! Não torcia nem um pouco pro Vitória naquele momento. Se eu ficasse mais tempo no Bahia, o torcedor do Vitória ia me odiar, mas hoje eu fico feliz em saber que ele está mais próximo de mim, inclusive nas redes sociais. Hoje eu sou o único dirigente no Brasil que dá a cara pra bater nas redes sociais, eu vivo de fatos, não de argumentos!
247 – Sente falta de ir ao Barradão?
PC -  Muita, não piso lá desde 2005, mas sinto muita falta de ir lá! Já ensaiei muitas vezes ir, meus amigos querem que eu vá, mas tem que tomar cuidado, vai que alguém pode querer me bater (risos)!
247 – Tem muito ladrão no futebol?
PC – Tem, ah, tem muito! No futebol tem muita gente que ganha dinheiro sem merecer ganhar!
247 – Você se considera um homem transparente?
PC – Sim, sempre fui, desde que comecei como engenheiro, fiz muita coisa boa, sempre fui muito querido por onde passei, dentro do Vitória eu sou muito querido, pode perguntar a quem for, sou reconhecido e admirado nas ruas!
247 – E a Copa do Mundo no Brasil vai dar certo?
PC - Vai, claro! Tem muito dinheiro envolvido nisso! Na Bahia, só o Vitória que tá comendo mosca neste processo, Alexi não tá sabendo tirar proveito disso.
Fonte: 247

Musa do Mês de Setembro

Foto: A Bela Larissa Kapfer, a Musa do Vamos Negô!!! E Agora a Musa do Mês do Oquequeda/Curta Esportes.

sábado, 17 de setembro de 2011

O Cara!!!

Ronaldinho não treina com bola, mas faz a alegria da garotada no Ninho

De volta após amistoso da Seleção, craque se limita a trabalhar na academia nesta sexta. Depois, posa para fotos com meninos da base

Por Richard Souza Rio de Janeiro
Eram pontualmente 15h30m quando Ronaldinho chegou ao Ninho do Urubu nesta sexta-feira. Depois de defender a Seleção no Superclássico das Américas, quarta-feira, contra a Argentina, R10 voltou a trabalhar no Flamengo. O craque, entretanto, não participou do coletivo e nem sequer pisou o gramado. Ronaldinho se limitou a fazer um trabalho regenerativo na academia.
Ronadinho e time de base no treino do Flamengo (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)Meninos se aglomeram para tirar uma foto com o ídolo Ronaldinho (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
Depois de seu treino específico, o Gaúcho teve tempo para fazer a alegria dos garotos das divisões de base que treinavam no Ninho. R10 posou para fotos com os meninos, antes de conversar brevemente com alguns companheiros.
Jael e Ronadinho no treino do Flamengo (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)R10 conversa brevemente com o atacante Jael (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
Ronaldinho volta a jogar pelo Flamengo neste domingo, às 16h, no clássico contra o Botafogo. A partida, válida pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, será disputada no Engenhão.

Flamengo Treina Para Clássico Contra o Botafogo


16/09/2011 16h19 - Atualizado em 16/09/2011 18h37

Em coletivo sem Felipe, Renato e R10, Luxa esboça time para o clássico

Airton deve ganhar disputa com Maldonado. De volta após jogo da Seleção, Gaúcho e Renato só se exercitam. Goleiro é poupado, mas joga domingo

Por Richard Souza Rio de Janeiro
Thiago Neves Deivid treino Flamengo (Foto: Richard Souza / Globoesporte.com)Thiago Neves, que não jogou na Argentina, treinou
com bola (Foto: Richard Souza / Globoesporte.com)
O técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, comandou na tarde desta sexta-feira um coletivo no Ninho do Urubu, sem Felipe, Ronaldinho e Renato. O goleiro, com dores musculares, foi poupado na atividade, mas não é dúvida para o clássico de domingo, contra o Botafogo. R10, que jogou os 90 minutos do amistoso da Seleção contra a Argentina, quarta-feira, chegou ao Ninho pontualmente às 15h30m, mas não apareceu perante a imprensa. O craque fez trabalhos na academia, enquanto Renato, que atuou por 60 minutos na Argentina, correu ao redor do gramado e fez trabalho regenerativo. Thiago Neves, que não entrou em campo pela Seleção, trabalhou normalmente.
O time usado por Luxa no início do coletivo foi Paulo Victor, Léo Moura, Alex Silva, Welinton e Junior Cesar; Airton, Maldonado, Willians e Thiago Neves; Negueba e Deivid. Depois de 40 minutos de atividade, o treinador fez duas alterações: Bottinelli tomou o lugar de Maldonado, enquanto Jael assumiu o comando de ataque na vaga de Deivid.

Rafael Nadal 2º Ranking ATP Vence Richard Gasquet 15º Ranking ATP Por 3 x 0.

Nadal bate Gasquet e deixa Espanha em vantagem na semi da Copa Davis

Número 2 do mundo vence francês com facilidade por 3 sets a 0. David
Ferrer derrota Gilles Simon na sequência e abre 2 a 0 a favor da 'Fúria'

Por GLOBOESPORTE.COM Córdoba, Espanha
Rafael Nadal bateu Richard Gasquet no saibro da Plaza de Toros de los Califas, em Córdoba, e deixou a Espanha em vantagem na semifinal da Copa Davis, diante da França. No primeiro jogo do primeiro dia do confronto, o "Miúra" não deu chances para o número 15 do mundo e conquistou um fácil triunfo por 3 sets a 0, parciais de 6/3, 6/0 e 6/1, em 2h09m. Foi a décima vitória do espanhol em 11 partidas contra o "freguês".
Na sequência, David Ferrer, número 5 do mundo, teve a mesma tranquilidade para derrotar Gilles Simon (11) também por 3 sets a 0, parciais de 6/1, 6/4 e 6/1, abrindo 2 a 0 para a Espanha.
Nadal na partida contra Richard Gasquet na Copa Davis (Foto: AFP)Nadal comemora ponto na tranquila vitória sobre Gasquet na semifinal da Copa Davis (Foto: AFP)
Atual vice-líder do ranking da ATP, Nadal exerceu domínio durante todo o jogo. Ele aproveitou a primeira chance que teve e quebrou logo no primeiro game. Firme em seu saque, repetiu o feito no nono game e fechou a primeira parcial em 6/3.
No segundo set, Nadal não deu uma brecha sequer para o francês, quebrou três vezes consecutivas e aplicou um impiedoso "pneu". E manteve o ritmo no terceiro, quando venceu o serviço de Gasquet no segundo game, manteve a vantagem e voltou a quebrar no sétimo para fazer 6/1 e fechar o jogo em 3 sets a 0. (Foto: Reuters)

Federer Deixa Tudo Igual

De virada, Federer vence Lleyton
Hewitt e iguala duelo pela Davis

Após perder primeiro set, número 3 do mundo faz 3 a 1 e, com um triunfo
para cada lado, deixa tudo igual no confronto entre Suíça e Austrália

Por GLOBOESPORTE.COM Sydney, Austrália
Roger Federer, Copa Davis (Foto: Reuters)O astro do tênis Roger Federer é o principal nome
da equipe suíça na Copa Davis (Foto: Reuters)
Mesmo com a torcida contra, Roger Federer impôs sua categoria e derrotou Lleyton Hewitt por 3 sets a 1 (parciais de 5/7, 7/6, 6/2 e 6/3), nesta sexta-feira, em Sydney, pela repescagem da Copa Davis. Depois de perder a primeira parcial, o número 3 do mundo se recuperou e fechou o jogo com muita categoria, igualando em 1 a 1 o duelo entre Suíça e Austrália.

Na primeira partida do dia, Bernard Tomic superou Stanislas Wawrinka também por 3 a 1 (4/6, 6/4, 6/3 e 6/3), colocando os locais na frente.

No encontro de fundo, o experiente Hewitt (30 anos e 199º no ranking da ATP) contou com o apoio maciço da torcida para fechar a primeira parcial por 7/5, mas sucumbiu à categoria de Federer, que partiu para destacada reação.
No segundo set, o suíço fez 7/6 no tie-break e empatou. Inteiro no combate, ele tomou conta do jogo e atropelou o rival, fazendo 6/2 e 6/3 e fechando o embate em 2h50m.
Roger Federer, Copa Davis (Foto: EFE) Federer passou por Lleyton Hewitt e igualou o confronto na Austrália (Foto: EFE)
O ex-número 1 do mundo ainda atuará duas vezes contra os australianos. Primeiro, fará, juntamente com Stanislas Wawrinka, o jogo de duplas contra Hewitt e Chris Guccione na noite deste sábado (noite de sexta no Brasil), para depois fechar sua participação diante de Bernard Tomic no domingo (noite de sábado no Brasil).

Samantha Stosur e Seu Primeiro Título Grand Slam

Após título do US Open, Stosur tem grande recepção na Austrália

Tenista ganha abraço do pai, faixa e confetes no Aeroporto de Brisbane

Por GLOBOESPORTE.COM Brisbane, Austrália
Depois de conquistar seu primeiro título de Grand Slam após vencer o US Open no último domingo, Samantha Stosur teve uma recepção de gala em sua chegada à Austrália, nesta sexta (do Brasil, manhã de sábado no horário local). Além do abraço de seu pai, a chegada no Aeroporto de Brisbane contou com faixa, confetes e muitos jornalistas.
Sam Stosur tênis (Foto: Getty Images)Samantha Stosur ganhou uma faixa no Aeroporto de Bribanem, na Austrália (Foto: Getty Images)
Sam Stosur e Tony Stosur tênis (Foto: Getty Images)A tenista australiana também recebeu o carionho do pai Tony Stosur (Foto: Getty Images)